Quero ser cliente
Central de Vendas 0800 707 4774 ou 54 3544 1800
Postado em 23 de Julho de 2019 às 08h00

Qualidade do ar na Grande São Paulo melhora nos últimos 10 anos

A região metropolitana de São Paulo registrou melhora na qualidade do ar nos últimos 10anos, diz relatório divulgado hoje (18) Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). São, ao todo, 39 municípios, sendo que a capital, sozinha, tem uma frota de cerca de 9 milhões de veículos.

Desde 2008, não é ultrapassada a marca estabelecida pelo decreto estadual que regulamenta os padrões de qualidade do ar para o monóxido de carbono. O limite é de 9 partes por milhão (ppm). No entanto, a média para região tem ficado entre 1,5 ppm e 3 ppm, informou a técnica de qualidade do ar da Cetesb, Maria Lucia Guardani.

?Nos últimos 10 anos, a gente não vê ultrapassagem desse parâmetro. Isso é um ganho grande e mostra que uma ação. não só na tecnologia dos veículos, como também nos programas de controle e de melhoria de combustíveis, fez com que esse poluente hoje não represente nenhuma preocupação ambiental?, ressaltou Maria Lucia.

Os resultados também são positivos em relação ao dióxido de enxofre. Em 2001, a média anual de dióxido de enxofre na metrópole era de 14 microgramas por metro cúbico (µg/m3). Em 2018, o índice do poluente ficou em 2 µg/m3.

De acordo com Maria Lucia Guardani, a redução foi possível graças à diminuição da quantidade de enxofre no óleo diesel. Além disso, a técnica destaca um impacto importante, que é o uso de combustíveis menos poluentes pelas indústrias. ?A partir do momento em que a gente tem o gás natural para combustível na indústria, a gente substitui o diesel.?

Material particulado e ozônio
No caso das partículas inaláveis, nos últimos dois anos, a concentração se manteve em 29 µg/m3 na média anual. Apesar de o índice ser menor do que os 40 µg/m3 colocados como limite pelo decreto estadual, Maria Lucia lembra que ainda está acima do estipulado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). ?Nós estamos bem abaixo do padrão limite e temos que avançar mais. Nós teríamos que estar na faixa dos padrões recomendados pela OMS, que são 20 µg/m3. Temos aí uma tarefa para fazer?, enfatizou.

Os níveis de ozônio ultrapassaram o limite de 140 µg/m3 em 18 dias ao longo do ano passado e em 28 dias em 2017. De acordo com a técnica da Cetesb, o poluente é influenciado pelas condições climáticas e mais difícil de controlar. ?Tem anos que a gente tem condições melhores e piores?, disse.

A qualidade do ar no estado de São Paulo é medida por 62 estações de monitoramento. Dessas, 30 estão na região metropolitana de São Paulo. A Cetesb tem programas para o controle de emissões de veículos e indústrias, além de fiscalizar veículos movidos a diesel.

Fonte: Agência Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2019-07/qualidade-do-ar-na-grande-sao-paulo-melhorou-nos-ultimos-10-anos

Veja também

Brasil consome 56,6 milhões de caixas de calmantes e soníferos08/07/19 Em 2018, vendeu-se o equivalente a 1,4 bilhão de comprimidos de apenas oito princípios ativos Os brasileiros compraram, em 2018, mais de 56,6 milhões de caixas de medicamentos calmantes e soníferos. Sendo assim, mais de 6 mil caixas vendidas por hora ou, aproximadamente, 1,4 bilhão de comprimidos em um ano. Os números são do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) junto à Agência......
Aprenda a armazenar medicamentos09/05/19 Muita gente tem o hábito de ter uma ?farmacinha? em casa, não é mesmo? Mas você sabia que os medicamentos podem estragar mesmo antes de vencer se não forem guardados corretamente? Quando envolve os medicamentos, a coisa é séria, todo cuidado é pouco! Isso......
Anvisa orienta sobre protocolização e fila expedientes18/04/19 Graças a mais uma evolução no Sistema de Peticionamento Eletrônico da Anvisa, os documentos submetidos à análise da Gerência Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde são peticionados e protocolizados eletronicamente desde a última segunda-feira......

Voltar para Notícias