Quero ser cliente
Central de Vendas 0800 707 4774 ou 54 3544 1800
Postado em 10 de Setembro de 2019 às 08h01

Venda de remédio ainda é um bom negócio, apesar da recessão

As vendas de remédio até julho deste ano somam R$ 32,9 bilhões no Brasil. Remédios pra pressão e diabetes lideram as vendas

No Brasil, foram comercializados 4,2 bilhões de caixas de medicamentos em 2018, o que representa em valores R$ 62,5 bilhões. Já em 2019, no acumulado de janeiro a junho, as vendas somam R$ 32,9 bilhões. As informações são do presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), Nelson Mussolini. Ele afirma, que esses gastos com remédios se devem principalmente ao fato da sociedade estar envelhecendo e o idoso consumir mais mediação. Os produtos mais vendidos no mercado são os de uso contínuo, para tratamento de doenças como hipertensão arterial e diabetes.

?A alta observada na venda de medicamentos no Brasil se deve, principalmente, ao fato de nossa sociedade estar envelhecendo e, consequentemente, haver um aumento na busca por qualidade de vida. Nesse contexto, os medicamentos asseguram mais longevidade com qualidade de vida?, afirma Mussolini.

Efeitos da recessão na venda de medicamento
Apesar da recessão ter atrapalhado as vendas, o setor é o que menos sente os efeitos. ?Em razão da sua especificidade, o setor farmacêutico é o último a sentir os efeitos da recessão e, normalmente, o primeiro a se recuperar?, constata Mussolini. ?As pessoas precisam cuidar da saúde e a indústria farmacêutica tem como missão melhorar a saúde e o bem-estar da população. A cada ano, novos medicamentos são desenvolvidos, com o objetivo de assegurar mais longevidade e qualidade de vida, o que requer forte investimento por parte das nossas indústrias?.

O presidente do conselho diretor da Associação Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), Juan Carlos Gaona Abott, analisa o cenário do País. ?Começamos 2019 mantendo o desempenho positivo dos últimos anos. Estamos otimistas, mesmo com a economia não reagindo conforme o esperado. O setor de saúde é bastante resiliente e as vendas estão em linha com o esperado. Esperávamos uma dinâmica de licitações mais positiva no primeiro ano de mandato dos governos estaduais, mas a situação fiscal não pode ser resolvida de uma hora para a outra. O que há é uma melhora no diálogo com o poder público para resolver os problemas. Mas não notamos grandes mudanças em relação ao volume de licitações. O movimento segue relativamente igual ao ano passado.?

Fonte: Tribuna da Bahia

Veja também

Ministério da Saúde abre hoje segunda fase da vacinação contra gripe22/04/19 A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe entra em nova etapa hoje (22) em todo o país. A primeira fase, que teve início em 10 de abril, vacinou crianças, gestantes e puérperas. A partir da próxima segunda-feira (29), o Ministério da Saúde abrirá ao restante do público-alvo. A partir desta segunda, também podem receber a vacina trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas......
OMS: número de pessoas com demência deve triplicar em 30 anos16/05/19 Adotar um estilo de vida saudável ajuda a reduzir o risco da doença Novas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicadas nesta terça-feira (14) revelam que as pessoas podem reduzir o risco de desenvolver demência ao praticar exercícios......
Falta de higiene em centros de saúde afeta 2 bilhões de pessoas03/04/19 Sete mil bebês morreram, em 2017, pela inadequação no parto Uma em cada quatro unidades de saúde no mundo, considerando sobretudo os países em desenvolvimento, tem problemas graves de falta de serviços básicos de água e higiene, causando impacto em mais de 2......

Voltar para Notícias