Quero ser cliente
Central de Vendas 0800 707 4774 ou 54 3544 1800
Postado em 20 de Março de 2019 às 08h31

Investimento em Atenção Primária à Saúde pode reduzir internações e gerar economia de até R$ 400 milhões


A Atenção Primária à Saúde (APS), na qual o indivíduo (e não a doença) é o foco, pode contribuir para redução de cerca de 5% do total de internações, segundo levantamento da UNIDAS (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde). Pelo menos 5,2% de todas as internações ocorridas no sistema de saúde foram classificadas como evitáveis (Pesquisa UNIDAS ? 2018). Em número absolutos, esse total é de mais de 20 mil internações que representam o montante financeiro de quase R$ 400 milhões (ano).

Na prática, a APS é um acompanhamento do paciente de maneira periódica, estimulando atividades e ações que previnam doenças, contribuindo para evitar exames e internações desnecessárias. As principais causas de internações hospitalares potencialmente evitáveis são: gastroenterite infecciosas e complicações (17,2%), infeção no rim e trato urinário (13%) e doenças cerebrovasculares (12,7%).

Investir em APS é um benefício para o paciente, em especial os mais idosos, que sofrem mais com internações e doenças relativas à idade. A taxa de internação da última faixa, considerada de 59 anos ou mais, é atualmente de 20%, ou seja, seriam 4 mil internações a menos no sistema. O total de exames também seria impactado. Os beneficiários com 59 anos ou mais costumam fazer em média 37,7 exames por ano.

Segundo o vice-presidente da UNIDAS e responsável pela Pesquisa UNIDAS, João Paulo dos Reis Neto, investir em uma mudança do modelo atual de assistência é essencial para fortalecer a APS. ?Todos ganham com esse fortalecimento, planos que reduzem os gastos e beneficiários que têm uma vida mais saudável com acompanhamento de qualidade e direcionado?.

Sobre a Pesquisa UNIDAS

Desde 2000, a UNIDAS promove, anualmente, a realização de uma pesquisa entre entidades filiadas e não filiadas, com o objetivo de conhecer o perfil das instituições de autogestão em saúde. Esta publicação consagrou-se como um importante referencial para identificar as tendências do mercado e auxiliar a tomada de decisões, sendo utilizada por todos os componentes do segmento privado da saúde, inclusive pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A pesquisa traz dados desde inflação médica até ranking das causas mais comuns em internações. Este ano, ela contou com 44 filiadas participantes, contabilizando quase 4 milhões de beneficiários. Os dados foram coletados em 2016 e primeiro semestre de 2017.

Veja também

Seis em cada dez consumidores admitem comprar medicamentos genéricos24/07/19 Dos entrevistados, 64,95% afirmaram que farmácias onde efetuaram suas compras praticam preços mais baixos que concorrentes e 63,45% afirmaram comprar medicamentos genéricos ?Os clientes das farmácias estão cada vez mais aceitando comprar medicamentos genéricos.? Esse é o resultado de uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa (IPEPEC), da Federação Brasileira das......
Homens representam 1% do total de casos de câncer de mama no Brasil10/10/19 Para cada 100 mulheres diagnosticadas com câncer de mama, existe um homem atingido pela doença. Isso significa que os homens representam 1% do total de casos de câncer de mama no Brasil. A médica Fabiana Tonelotto, chefe do Serviço de Mastologia do......
Saiba como identificar fake news sobre saúde19/09/19 As fake news, ou notícias falsas, espalham informações erradas sobre doenças e formas de prevenção, podendo causar sérios riscos a saúde. Saiba identificá-las e onde buscar informações com segurança Você provavelmente já recebeu em alguma rede social uma......

Voltar para Notícias